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A Santa Rosa Embalagens começou a operar no dia 8 de fevereiro de 1958 na Rua Santa Rosa, nº 254, no bairro da Luz, em São Paulo. Seu fundador, Feres Baladi, libanês naturalizado brasileiro, tinha 38 anos e essa foi a sua primeira experiência como empreendedor.
 1a extrusora "coating" da Santa Rosa
Em seus primeiros anos, a empresa comercializava papéis de embrulho e sacos para feirantes, empórios e padarias. Em 1968, com o objetivo de atender outros segmentos de mercado, a Santa Rosa mudou de endereço (Rua Cantareira) e passou a produzir, com uma impressora flexográfica e outros equipamentos, papéis impressos, laminados e parafinados para embalar balas e macarrão, além dos papéis fantasia para lojas e magazines.
 1o cartão da empresa
Nos anos 70, a indústria alimentícia passou a exigir melhor qualidade de impressão em suas embalagens. A Santa Rosa enfrentou esse desafio com muita ousadia e criatividade: a empresa construiu sozinha a sua primeira impressora de 6 cores no sistema de rotogravura. Usando novos materiais, como celofane, papel, folhas de alumínio e polietileno, foram produzidas algumas das embalagens mais populares da época, como a dos dropes Dulcora, bala Juquinha, chocolate Prestígio, lanche Mirabel, paçoca Amor e pirulito Zorro.
Em 1975, a Santa Rosa já estava em um endereço mais amplo, no bairro do Tatuapé. A empresa contava com 4 máquinas e construiu uma extrusora “Coating” para produzir embalagens mais diferenciadas, como a do Café Pilão da Cooperativa União de Refinadores, que tinham em sua estrutura celofane e filme de polietileno. Já em 1978, visando a ampliação da fábrica, a empresa se transferiu para a Rua Irineu José Bordon (Vila Jaguara), onde está até hoje.
Pioneira na metalização de embalagens, no início da década de 80, a Santa Rosa comprou uma máquina metalizadora e iniciou uma revolução nas embalagens para café, melhorando a qualidade e aumentando a vida útil do produto.
Nos anos 90, um plano arrojado de modernização e ampliação da capacidade de produção fez com que a empresa investisse em novas tecnologias, como gravação eletromecânica de cilindros e a aquisição de uma impressora de última geração com eixo elétrico. Com o mesmo pioneirismo, a Santa Rosa foi uma das primeiras empresas a adotar a profissionalização da sua equipe de dirigentes.
Hoje, a Santa Rosa Embalagens está entre as maiores empresas de produção de embalagens flexíveis laminadas do Brasil e possui um parque fabril que se equipara aos mais avançados do mundo.
Os investimentos em tecnologia e capacitação de seus colaboradores resultam em melhorias gradativas na produtividade e permitem que a empresa ofereça aos seus clientes preços mais competitivos.
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